quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Aquela estrela que vislumbro no céu lúgubre desta cidade,
não mais existe.
Estrela, não, um Sol que desconheço a grandeza,
um sol que cresceu tanto que se encerrou nele próprio,
levando consigo seus planetas.
Hoje vendo o céu vejo um passado que ainda existe,
mesmo ele estando morto a anos.
Eu o vejo.
Vejo-o brilhar.


gabriel lutti duarte 2o11